ÉRAMOS FELIZES, E TODOS SABIAM DISSO…

Foi-se o tempo, há muito tempo, quando Igreja significava – “CORPO DE CRISTO”. Foi-se o tempo, há muito tempo, em que comunhão significava “FAMÍLIA”. Foi-se o tempo, há muito tempo, que aceitar a Jesus era submeter-se ao “REINO DE DEUS”.
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Disseram-me, e não sei quando, que se alguém não escreve, não faz história. Na verdade, há tantas coisas que se perdem no tempo que, fossem elas registradas poderiam no mínimo ajudar as futuras gerações. Hoje, ainda que não se faça conscientemente, tudo o que se escreve fica registrado. As redes sociais são uma prova disso.

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“Quem tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado que irmão”

Amigo verdadeiro é aquele que fala bem de você prá outros quando você não está perto, e fala com franqueza sobre teus defeitos diretamente e SÓ prá você. Já ouviu essa expressão – “…eu estava com saudades de você” …? Quem tem saudades liga, visita, planeja estar juntos, manda presentes, escreve cartas, manda bilhetes, pergunta sobre ele.Continue reading

É COM IMENSA ALEGRIA E JÚBILO QUE COMUNICAMOS O FALECIMENTO DE UM VELHO INIMIGO.

O NOSSO VELHO HOMEM MORREU!

Já não há mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. Estamos todos cruscificados com Ele e, já não vive mais em nós aquele que nos afastava de Deus. Temos agora liberdade para voltar ao lar e receber de volta todas a preciosa herança.Continue reading

“É na adversidade que se conhece um amigo… e um inimigo também” – Famosa é a oração feita por Lutero, “Senhor, livra-me dos meus “amigos” porque dos meus inimigos, me livro eu”. O título parece ser um paradóxo, mas é tão comúm em nossos dias que vocês nem fazem idéia.Continue reading

Introdução:

Você já deve ter sentido saudades de pessoas a quem você não vê há muito tempo. Eu já tive esse sentimento muitas vezes. Hoje, com a facilidade da internet, achamos que postar umas mensagens resolve o problema. Aliás, muitos já nem tem mais o sentimento de ausência ou de falta dessas amizades porque não têm mais tempo para pensar em pessoas especificamente. São tantos os “amigos” virtuais que não há mais espaço para verdadeiras intimidades dos verdadeiros e reais amigos. Sem falar que o próprio têrmo “AMIGO”  já não tem o mesmo valor de antigamente.

Lendo as cartas de Paulo – o apóstolo – algo me chamou a atenção.  “Por isso também eu, tendo ouvido falar da fé que há entre vós… NÃO CESSO DE DAR GRAÇAS POR VÓS, LEMBRANDO-ME DE VÓS NAS MINHAS ORAÇÕES” – (Ef 1:15,16); “Sempre dou graças a Deus por VÓS ” – (1 Co 1:4); “Primeiramente dou graças ao meu Deus… por TODOS VÓS… ele é testemunha de como INCESSANTEMENTE faço menção de vós em minhas orações” – (Rm 1:8-10); “Dou graças a Deus todas as vezes que me lembro de vós, fazendo sempre, EM TODAS AS MINHAS ORAÇÕES, suplicas por todos vós com ALEGRIA”- (Fp 1:3-4); “Graças damos a Deus… orando SEMPRE por vós”- (Cl 1-3); “SEMPRE damos graças a Deus por vós todos, fazendo menção de vós en nossas orações…” – 1 Ts 1:2-3);  “SEMPRE devemos irmãos, dar graças a Deus por vós, como é justo…”- (2 Ts 1-3); “Dou graças a Deus, a quem desde os meus antepassados sirvo com uma consciência pura, de que SEM CESSAR faço menção de tí em minhas súplicas de NOITE e de DIA”. – (2 tM 1:3); “SEMPRE dou graças ao meu Deus lembrando-me de ti nas minhas orações”. – (Fl 1:4).

Certamente esses textos são apenas um exemplo do valor de uma saudade. O valor de um amigo lembrado. Expressões do tipo, “sempre…, toda vez…, cada vez…”, mostram a importância que Paulo dava àqueles que faziam parte de sua Rede Social. A consciência de unidade, ou seja, saber que somos UM em Cristo e que, independentemente de onde estivermos, estaremos sempre unido Nele, por Ele e para Ele. Ser LEAL a essa relação é no mínimo dever de quem sabe o valor dessa unidade. E, por fim, o seno de responsabildiade por EDIFICAR aqueles que fazem parte dessa unidade. Basta um olhar cuidadoso nesses textos acima citados, para ver o grau de importância que Paulo dava a essa edificação. Os objetivos de suas orações. Os motivos que o levava a escrever para cada um deles. O trabalho árduo por apresentar cada um deles perfeitos no conhecimento de Cristo.

Quantos amigos verdadeiros eu tenho? Qual é o valor que dou a essas amizades? Qual a importância dessas pessoas na minha formação? Qual tem sido a minha influência em seu crescimento espiritual? Quanto tempo eu gasto orando e suplicando por eles? Quanto estou disposto a sofrer para ver todos eles perfeitos em Cristo?

Faço essas perguntas primeiramente para mim mesmo e, diante de Deus me pego em falha! Porém, também sinto-me impelido pelo Espírito Santo, não só a mudar meus valores quanto a isso, mas despertar o número cada vez maior daqueles que estão no meu círculo de amizade a que façam o mesmo.

Venha comigo nessa peregrinação!

Próximo Capítulo: UNIDADE – No Vínculo da Paz