Convidado para ouvir um famoso pregador evangélico internacional falar sobre “Ser Semelhantes a Jesus”, fui tomado de profunda tristeza ao perceber quão “diferente” era aquele pregador da pessoa simples objeto central de sua pregação. As diferenças eram tão gritantes quanto a diferença que existe entre o sol e a lua. A começar pela linguagem. Seu discurso era tão acadêmico e intelectual, a ponto de muitos “mestres” presentes pedirem para que ele desse o sginificado de algumas palavras. A eloquência era visivelmente teatral e as declarações eram subjetivas, vazias e desprovidas de simplicidade. As crianças que antes estiveram presentes durante o louvor, agora eram retiradas afim de, ou não atrapalharem o ambiente ou participarem de classes onde pudessem entender no nível de suas idades. No final da primeira ministração houve um apelo emocional para que os presentes fossem à frente afim de se comprometerem a ser como Jesus.

Penso que Jesus saiu do ambiente no momento em que as crianças foram para outro ambiente. Quer ser semelhante a Jesus? Torne-se como uma criança… simples! A simplicidade da fé não está na força dos argumentos, mas no exemplo em se fazer o que Jesus fez. E, uma coisa que ele sempre fez, foi nunca fazer a sua própria vontade. Quer ser igual a Jesus? Faça o que ele fez, nunca faça sua própria vontade!

 

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